Acima, 1984, de George Orwell (Companhia das Letras, 416 págs., R$ 39,50). O que intriga aqui é a razão que leva alguém a carregar consigo o lema do Partido.


1984, aliás, faz parte também dessa seleta em forma gráfica (à direita, no alto) que inclui ainda A Nascente, de Ayn Rand (Landscape, 813 págs., R$ 118), O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger (Editora do Autor, 208 págs., R$ 49,90), Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley (Globo, 398 págs., R$ 17,90), No Sufoco, de Chuck Palahniuk (Rocco, fora de catálogo) e um tal Perks que ninguém descobriu que raio vem a ser.


Falando em Palahniuk, e em razões misteriosas, a pessoa (também à direita, abaixo), que transcreve tanto de Clube da Luta (Nova Alexadria, fora de catálogo) nas costas está a um passo de explodir o próprio apartamento para ir morar com o amigo imaginário.

Outras pessoas se preocupariam mais com a da esquerda, Hip to be Square, mas este é um caso óbvio de bom humor, ainda que negro. A  frase foi retirada de O Psicopata Americano, de Bret Easton Ellis (Rocco, fora de catálogo). Para quem não se lembra, é a música de Huey Lewis and the News que serve de mote para Patrick Nateman abater a machadadas o colega de trabalho Paul Allen.

Há tatuagens mais “clássicas”, digamos assim. A seguir, temos, Ulisses, de James Joyce (Alfaguara, 912 págs., R$ 88,90) e, à esquerda, O Pequeno Príncipe, de Antoine  de Saint-Exupéry (Agir, 94 págs., R$ 31,90) e duas gráficas (e meio feias) de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol (Summus, 288 págs., R$ 51,90).

Existem outras. Se lembrar de mais alguma que valha mencionar, volto ao assunto. Se alguém quiser mandar a sua (própria ou pescada na web), a área de comentários deste blog permite anexos, fiquem à vontade.