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	<title>Não me Culpem pelo Aspecto Sinistro &#187; Cinema</title>
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		<title>O clube da luta de Jane Austen</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 03:13:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Continuo sem compreender exatamente por que Jane Austen se tornou um dos ingredientes preferidos dos mashups — são vários os livros de terror combinados com seus romances (aqui), um deles transformado em quadrinhos (aqui) e em filme (aqui). Agora, circula no Youtube o vídeo Clube da Luta de Jane Austen, uma paródia que mistura personagens [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="596" height="359" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/r2PM0om2El8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="596" height="359" src="http://www.youtube.com/v/r2PM0om2El8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Continuo sem compreender exatamente por que Jane Austen se tornou um dos ingredientes preferidos dos mashups — são vários os livros de terror combinados com seus romances (<a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=2646" target="_blank">aqui</a>), um deles transformado em quadrinhos (<a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=4301" target="_blank">aqui</a>) e em filme (<a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=3295" target="_blank">aqui</a>). Agora, circula no Youtube o vídeo <em>Clube da Luta de Jane Austen</em>, uma paródia que mistura personagens da obra dela e os filmes <em>O Clube de Leitura Jane Austen </em>(Robin Swicord, 2007) e, claro, <em>O Clube da Luta </em>(David Fincher, 1999).</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.almirdefreitas.com.br%252Fblog%252F%253Fp%253D4969%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F9u12FJ%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20clube%20da%20luta%20de%20Jane%20Austen%22%20%7D);"></div>

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		<title>Através da janela</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 21:53:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Duas cenas com muito em comum: são dois monólogos, escritos por dois gênios, em duas adaptações espetaculares para o cinema. A primeira é de Quem Tem Medo de  Virginia Woolf?,  de Mike Nichols (1966), baseado na peça de Edward Albee; a segunda é de Os Vivos e Os Mortos, de John Huston (1987), adaptado do [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="596" height="449" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.dailymotion.com/swf/video/xdzjdr" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="596" height="449" src="http://www.dailymotion.com/swf/video/xdzjdr" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Duas cenas com muito em comum: são dois monólogos, escritos por dois gênios, em duas adaptações espetaculares para o cinema. A primeira é de <em>Quem Tem Medo de  Virginia Woolf?</em>,  de Mike Nichols (1966), baseado na peça de Edward Albee; a segunda é de <em>Os Vivos e Os Mortos</em>, de John Huston (1987), adaptado do conto <em>Os Dublinenses</em>, de James Joyce. Os enquadramentos acabam, também, sendo muito semelhantes:, com os personagens olhando a escuridão e a desolação do mundo do lado de fora enquanto dizem textos tão bonitos quanto tristes. Tristes de trincar, para quem está com o antidepressivo em dia, com um Rivotril de reserva na gaveta.</p>
<p style="text-align: justify;">Acima, a fala de Elizabeth Taylor, no filme de Nichols, segue com legendas. Já a de Donal McCann, abaixo, está no original, acompanhada do texto original de Joyce, que é um discurso indireto transformado em monólogo.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="596" height="308" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.dailymotion.com/swf/video/xdzbqk" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="596" height="308" src="http://www.dailymotion.com/swf/video/xdzbqk" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">(&#8230;)</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Gretta logo adormeceu.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Gabriel debruçou-se na cômoda e contemplou sem ressentimento os seus cabelos emaranhados, a boca entreaberta, ouvindo-lhe a profunda respiração. Então havia esse romance em sua vida: um homem morrera por ela. Quase já não o magoava pensar no pouco que ele, marido, representara em sua vida. Observava-a enquanto dormia, como se nunca houvessem vivido juntos. Seus olhos curiosos fitaram longamente o rosto e os cabelos, e ao pensar em como devia ser ela naquele tempo, no tempo da primeira juventude, uma estranha sincera piedade pela esposa invadiu-lhe a alma. Não ousava dizer, nem para si mesmo, que seu rosto já não era belo, embora soubesse que já não era o rosto pelo qual Michael Furey afrontara a morte.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Talvez não lhe tivesse contado toda a história. Seus olhos moveram-se para a cadeira sobre a qual ela atirara algumas roupas. Um cordel da anágua pendia no chão. Uma bota estava em pé, o cano dobrado para baixo; a outra tombada de lado. Pensou no tumulto que o agitara uma hora antes. De onde surgira aquilo? Da ceia, do tolo discurso, do vinho, da dança, da brincadeira quando se despediam no vestíbulo, do prazer de passear pelo cais sobre a neve? Pobre tia Júlia! Ela também logo seria uma sombra junto às sombras de Patrick Morkan e seu cavalo. Surpreendera esse lúgubre presságio em sua face, quando ela cantava. Muito em breve, talvez, estaria sentado no mesmo salão, vestido de preto, o chapéu de seda sobre os joelhos. Os reposteiros estariam cerrados e tia Kate, sentada a seu lado, chorando e assoando o nariz, contar-lhe-ia como tia Júlia morrera. Revolveria o cérebro à procura de palavras que pudessem consolá-la e só diria frases fúteis e vãs. Sim, isso logo iria acontecer.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O ar gélido do quarto fê-lo estremecer. Deslizou cautelosamente sob as cobertas e acomodou-se ao lado da esposa. Um por um, estavam todos se transformando em sombras. Seria melhor precipitar-se na morte no apogeu de uma paixão, do que extinguir e murchar lentamente com a velhice. Pensou como aquela mulher, adormecida a seu lado, ocultara por tantos anos a imagem do seu amado a afirmar-lhe que não queria viver.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Pranto generoso invadiu-lhe os olhos. Nunca se sentira assim por uma mulher, mas sabia que isto era amor. As lágrimas cresceram nos olhos e ele imaginou ver na penumbra do quarto um jovem parado sob uma árvore encharcada. Outras formas pairavam. Sua alma acercava-se da região habitada pela vasta legião dos mortos. Pressentia, mas não podia apreender suas existências vacilantes e incertas. Ele próprio dissolvia-se num mundo cinzento e incorpóreo. O mundo real, sólido, em que os mortos tinham vivido e edificado, desagregava-se.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Leves batidas fizeram-no voltar-se para a janela. A neve tornava a cair. Olhou sonolento os flocos prateados e negros, que despencavam obliquamente contra a luz do lampião. Era tempo de preparar a viagem para o oeste. Sim, os jornais estavam certos: a neve cobria toda a Irlanda. Caía em todas as partes da sombria planície central, nas montanhas sem árvores, tombando mansa sobre o Bog of Allen e, mais para o oeste, nas ondas escuras do cemitério abandonado onde jazia Michael Furey. Amontoava-se nas cruzes tortas e nas lápides, nas hastes do pequeno portão, nos espinhos estéreis. Sua alma desmaiava lentamente, enquanto ele ouvia a neve cair suave através do universo, cair brandamente &#8211; como se lhes descesse a hora final &#8211; sobre todos os vivos e todos os mortos.</em></p>
<p style="text-align: justify;">(<em>Tradução de Hamilton Trevisan</em>)</p>
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		<title>BRAVO! de maio nas bancas</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 15:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>almirdefreitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está chegando às bancas a BRAVO! de maio. Na capa, Lady Gaga, fotografada por David LaChapelle. Quem assina a reportagem é Pedro Alexandre Sanches. A edição traz ainda um texto de Eduardo Simantob sobre o fenômeno Roberto Bolaño, a propósito do lançamento no Brasil (finalmente) do romance póstumo 2666. Em cinema, Anna Rachel Ferreira Wagner [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/CAPA153_BANCA1.jpg"><img class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="CAPA153_BANCA" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/CAPA153_BANCA1.jpg" alt="" width="307" height="373" /></a>Está chegando às bancas a <a title="http://www.revistabravo.com.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.revistabravo.com.br');" href="http://www.revistabravo.com.br/">BRAVO!</a> de maio. Na capa, Lady Gaga, fotografada por David LaChapelle. Quem assina a reportagem é Pedro Alexandre Sanches.</p>
<p style="text-align: justify;">A edição traz ainda um texto de Eduardo Simantob sobre o fenômeno Roberto Bolaño, a propósito do lançamento no Brasil (finalmente) do romance póstumo <em>2666. </em>Em cinema, Anna Rachel Ferreira Wagner Gorab falam sobre a recente militância de James Cameron na Amazônia. E, na série em homenagem a Noel Rosa, o dramaturgo pernambucano Newton Moreno escreve uma mini-peça sobre o compositor carioca.</p>
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		<title>1.750 escritores, 3.600 filmes</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 16:15:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dependendo da intenção, pode ser útil um livro como Da Literatura Para o Cinema, de Julio Alfradique e Carta Lima (Mirabolante, 528 págs., R$ 44). Como informa a capa, é um guia de 1.750 escritores que tiverem livros transformados em filmes &#8211; no total, são cerca de 3.600 títulos, boa parte deles disponíveis em DVD. [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="596" height="362" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jGpjAfOz6s0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="596" height="362" src="http://www.youtube.com/v/jGpjAfOz6s0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Dependendo da intenção, pode ser útil um livro como <em>Da Literatura Para o Cinema</em>, de Julio Alfradique e Carta Lima (Mirabolante, 528 págs., R$ 44). Como informa a capa, é um guia de 1.750 escritores que tiverem livros transformados em filmes &#8211; no total, são cerca de 3.600 títulos, boa parte deles disponíveis em DVD. O livro inclui também produções lançadas apenas em VHS &#8211; coisa que não serve muito para quem quer usar especificamente como guia de locação. Mas há coisas legais. De cara, dá para saber que as obras de Dostoiévski e Tolstói renderam, cada um, nove produções diferentes. Victor Hugo tem 14 &#8211; sete versões de <em>O Corcunda de Notre Dame </em>e seis de <em>Os Miseráveis</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um pouco de atenção, dá ainda para descobrir coisas curiosas. Quis o acaso, por exemplo, que Martin Amis, Paul Auster, Bret Easton Ellis e J. G. Ballard tivessem  personagens de seus livros interpretados pelo canastrão James Spader: respectivamente no obscuro <em>Namoros Eletrônicos </em>(versão em português de <em>The</em><em> Rachel</em><em> Papers</em>, Damian Harris, 1989), no suspeito <em>Jogando com a Sorte </em>(adaptado de <em>A Música do Acaso</em>, Philip Hass, 1993), no já mais famosinho <em>Abaixo de Zero </em>(Harley Peyton, 1987) e no clássico <em>Crash – Estranhos Prazeres </em>(David Cronenberg, 1996), que tem ótimas cenas como a do vídeo acima.</p>
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		<title>Jesus 35x</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 22:37:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo verbete da Wikipédia, estes são os atores que já interpretaram Jesus no cinema e em telefilmes. Neste feriado, você pode acabar vendo a cara de algum deles. Boa Páscoa a todos. Bruno Cariati, em Maria, Mãe do Filho de Deus (2003) Cameron Mitchell, em O Manto Sagrado (1953) Chris Sarandon, em O Dia em [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Segundo verbete da Wikipédia, estes são os atores que já interpretaram Jesus no cinema e  em telefilmes. Neste feriado,  você pode acabar vendo a cara de algum deles. Boa Páscoa a todos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/king_of_kings.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3620" style="border: 0pt none;" title="king_of_kings" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/king_of_kings.jpg" alt="" width="136" height="200" /></a><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/the_robe.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3621" style="border: 0pt none;" title="the_robe" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/the_robe.jpg" alt="" width="148" height="200" /></a><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/200px-Pasolini_Gospel_Poster.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" style="border: 0pt none;" title="200px-Pasolini_Gospel_Poster" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/200px-Pasolini_Gospel_Poster.jpg" alt="" width="141" height="200" /></a><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/greatsto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3624" style="border: 0pt none;" title="greatsto" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/greatsto.jpg" alt="" width="134" height="202" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
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<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p>Bruno Cariati, em <em>Maria, Mãe do Filho de Deus</em> (2003)<br />
Cameron Mitchell, em <em>O Manto Sagrado</em> (1953)<br />
Chris Sarandon, em <em>O Dia em que Cristo Morreu</em> (1980)<br />
Christian Bale, em <em>Maria, Mãe de Jesus</em> (1999)<br />
Claude Heater, em <em>Ben-Hur</em> (1959)<br />
Dênis Derkian, em <em>A Última Semana</em> (1996)<br />
Donald Sutherland, em <em>Johnny Vai à Guerra</em> (1971)<br />
Enrique Irazoqui, em <em>O Evangelho Segundo São Mateus</em> (1964)<br />
Franco Nero, em <em>O Visitante</em> (1979)<br />
Glenn Carter, em <em>Jesus Cristo Superstar</em> (2000)<br />
H. B. Warner, em <em>O Rei dos Reis</em> (1927)<br />
Howard Gaye, em <em>Intolerância</em> (1916)<br />
<a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/passion_Christ.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3632" title="passion_Christ" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/passion_Christ.jpg" alt="" width="85" height="127" /></a>James Caviezel, em <em>A Paixão de Cristo</em> (2004)<br />
James Farentino, em <em>O Quarto Sábio</em> (1985)<br />
Jeff Ritcher, em <em>Fear no Evil</em> (1985)<br />
Jeffrey Hunter, em <em>Rei dos Reis</em> (1961)<br />
Jeremy Sisto, em <em>Jesus</em> (1999)<br />
John Bassberger, em <em>The Thorn</em> (1974)<br />
John Drew Barrymore, em <em>Pôncio Pilatos</em> (1962)<br />
Kenneth Coley, em <em>A Vida de Brian</em> (1979)<br />
Lorenzo Soccoli, <em>Segundo João</em> (2000)<br />
Luigi Baricelli, em <em>Maria, Mãe do Filho de Deus</em> (2003)<br />
Max von Sydow, em <em>A Maior História de Todos os Tempos</em> (1965)<br />
Matthew Modine, em <em>Maria</em> (2005)<br />
Phil Caracas, em <em>Jesus Cristo Caçador de Vampiros</em> (2001)<br />
Ralph Fiennes, em <em>O Fazedor de Milagres </em>(2000)<br />
Robert Henderson-Bland, em <em>From the Manger to the Cross</em> (1912)<br />
Robert Powell, em <em>Jesus de Nazaré</em> (1977)<br />
Robert Wilson, em <em>Day of Triumph</em> (1954) e <em>I Beheld His Glory</em> (1953)<br />
<a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/quo_vadis.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3625" title="quo_vadis" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/quo_vadis.jpg" alt="" width="82" height="125" /></a>Robin Hughes, em <em>Quo Vadis?</em> (1951)<br />
Roy Mangano, em <em>Barrabás</em> (1961)<br />
Ted Neeley, em <em>Jesus Cristo Superstar</em> (1973)<br />
Victor Garber, em <em>Evangelho</em> (1973)<br />
Willem Dafoe, em <em>A Última Tentação de Cristo</em> (1988)<br />
Zalman King, em <em>O Complô da Páscoa</em> (1976)</p>
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		<title>Quatro livros mudos</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 20:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>almirdefreitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[x x A estreia de Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, resgatou das sombras a primeira versão para o cinema da obra de Lewis Carroll, tornando-o uma daquelas “novidades” antiquíssimas da web (aqui).  E novidades desse calibre não faltam: na era do cinema mudo, a literatura já municiava os estúdios com histórias. Há [...]]]></description>
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<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="295" height="242" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UAgGjrI0ios&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="295" height="242" src="http://www.youtube.com/v/UAgGjrI0ios&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><span style="color: #ffffff;">x</span><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="295" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bN5eHQhMjg0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="295" height="240" src="http://www.youtube.com/v/bN5eHQhMjg0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="295" height="242" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7TCfNFckx6Q&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="295" height="242" src="http://www.youtube.com/v/7TCfNFckx6Q&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><span style="color: #ffffff;">x</span><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="295" height="242" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TcLxsOJK9bs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="295" height="242" src="http://www.youtube.com/v/TcLxsOJK9bs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">A estreia de <em>Alice no País das Maravilhas</em>, de Tim Burton, resgatou das sombras a primeira versão para o cinema da obra de Lewis Carroll, tornando-o uma daquelas “novidades” antiquíssimas da web (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ke25rh_8veM" target="_blank">aqui</a>).  E novidades desse calibre não faltam: na era do cinema mudo, a literatura já municiava os estúdios com histórias. Há várias circulando por aí, entre elas essas quatro acima: <em>Frankenstein</em>, de J. Searle Dawley (1910), <em>O Inferno de Dante</em>, de Giuseppe de Liguoro (1911), <em>Hamlet</em>, de Cecil Hepworth&#8217;s (1913) e <em>Fausto</em>, de F. W. Mournau (1926).</p>
<p style="text-align: justify;">Gosto especialmente de <em>O Inferno de Dante</em>, que, apesar da direção de arte e efeitos paupérrimos, tem enquadramentos que parecem reproduzir as ilustrações de Gustave Doré.</p>
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		<title>BRAVO! de abril nas bancas</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 16:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>almirdefreitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[Está chegando às bancas a BRAVO! de abril. Na capa, Paulo José, fotografado por Daryan Dornelles. A reportagem, de Armando Antenore, mostra a rotina a que o ator se submente para controlar o mal de Parkinson e continuar atuando. A edição traz também uma longa matéria, assinada por Cristiane Costa, sobre as novas possibilidades narrativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/CAPA152.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3551" title="CAPA152" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/CAPA152.jpg" alt="" width="297" height="360" /></a>Está chegando às bancas a <a title="http://www.revistabravo.com.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.revistabravo.com.br');" href="http://www.revistabravo.com.br/">BRAVO!</a> de abril. Na capa, Paulo José, fotografado por Daryan Dornelles. A reportagem, de Armando Antenore, mostra a rotina a que o ator se submente para controlar o mal de Parkinson e continuar atuando.</p>
<p style="text-align: justify;">A edição traz também uma longa matéria, assinada por Cristiane Costa, sobre as novas possibilidades narrativas abertas por suportes eletrônicos de leitura como o iPad.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cinema, André Nigri escreve sobre o filme <em>Alice</em> <em>no País das Maravilhas</em>, de Tim Burton. Em Artes Plásticas, André Albert fala das  influências &#8211; díspares &#8211; de Mário de Andrade e Monteiro Lobato na obra da Anita Malfatti, tema de uma retrospectiva em Brasília.</p>
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		<title>Porcaria boa e barata</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 03:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>almirdefreitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você tem um iPhone e (eventualmente) pensa em cometer suicídio por overdose de filmes B, uma boa solução são os aplicativos da LOL Software. Eles trazem filmes integrais, extras e outras notícias pela internet, tudo por meros US$ 0,99 cada um. O download é rápido, leva coisa de 15 minutos &#8211; menos tempo do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/BMOV.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3452" style="border: 0pt none;" title="BMOV" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/BMOV.jpg" alt="" width="596" height="487" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se você tem um iPhone e (eventualmente) pensa em cometer suicídio por overdose de filmes B, uma boa solução são os aplicativos da <a href="http://lolsoftware.com/" target="_blank">LOL Software</a>. Eles trazem filmes integrais, extras e outras notícias pela internet, tudo por meros US$ 0,99 cada um. O download é rápido, leva coisa de 15 minutos &#8211; menos tempo do que ir até uma locadora e voltar. É o que faremos quando a TV digital existir de verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">O pacote acima, por exemplo, levaria apenas 5 horas para ser baixado, ao custo de pouco mais de R$ 35. Com umas 30 horas em filmes, dá para causar pelo menos uma boa intoxicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempo: os títulos e cartazes não são sensacionais?</p>
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		<title>Wilhelm, o grito</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 15:39:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Contrabandeei essa do blog Desculpe a Poeira, do Ricardo Lombardi. Juro: mesmo tendo ouvido dezenas de vezes, não sabia que existia catalogado um certo Grito Wilhelm, muito menos que ele possuía uma longa história em Hollywood. Na Wikipedia (aqui), fico sabendo que o efeito de som apareceu pela primeira em 1951, no filme Tambores Distantes, [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="596" height="471" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cdbYsoEasio&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="596" height="471" src="http://www.youtube.com/v/cdbYsoEasio&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Contrabandeei essa do blog <a href="http://ricardolombardi.ig.com.br/a-volta-do-grito-de-wilhelm" target="_blank">Desculpe a Poeira</a>, do Ricardo Lombardi. Juro: mesmo tendo ouvido dezenas de vezes, não sabia que existia catalogado um certo <em>Grito Wilhelm</em>, muito menos que ele possuía uma longa história em Hollywood. Na Wikipedia (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wilhelm_scream" target="_blank">aqui</a>), fico sabendo que o efeito de som apareceu pela primeira em 1951, no filme <em>Tambores Distantes</em>, de Raoul Walsh. De lá para cá, segundo o verbete, foi usando em coisa de 150 outros filmes.</p>
<p style="text-align: justify;">O vídeo acima é uma compilação de alguns deles. Muito estranho que tenha nome de psicanalista que escreveu um livro chamado <em>A Função do Orgasmo</em>, não?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.almirdefreitas.com.br%252Fblog%252F%253Fp%253D3416%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Wilhelm%2C%20o%20grito%22%20%7D);"></div>

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		<title>Minipops</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 03:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>almirdefreitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começando do princípio: uns  anos atrás, o designer Craig Robinson inventou de representar celebridades do mundo pop em bonecos gráficos com no máximo 50 pixels de tamanho. O resultado, publicado no livro Minipops (Sterling II, 128 págs., R$ 32,38), foi uma galeria de miniaturas com aspecto hoje retrô, como se tivessem sido feitas todas em [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/x.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3083" style="border: 0pt none;" title="x" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/x.jpg" alt="" width="596" height="445" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Começando do princípio: uns  anos atrás, o designer Craig Robinson inventou de representar celebridades do mundo pop em bonecos gráficos com no máximo 50 pixels de tamanho. O resultado, publicado no livro <em>Minipops</em> (Sterling II, 128 págs., R$ 32,38), foi uma galeria de miniaturas com aspecto hoje retrô, como se tivessem sido feitas todas em computadores AT 286 com monitores CGA de 16 cores (quem se lembra dessas coisas, só eu?).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/z.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3084" style="border: 0pt none;" title="z" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/z.jpg" alt="" width="596" height="207" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">De lá para cá, a lista cresceu e, seguindo o mesmo princípio, ganhou recentemente um aplicativo para iPhone (US$ 0.99 na App Store). São mais de 1.000, entre bandas e músicos (o forte de Robinson), escritores, políticos, diretores de cinema, personagens de ficção etc. Nem sempre são muito reconhecíveis — daí eu ter desistido da minha intenção inicial, que era largar aqui os escritores ali presentes: Ernest Hemingway, Edgar Allan Poe, Hunter S. Thompson , Mark Twain, entre outros. Mais divertidos me pareceram os personagens de fimes e desenhos animados.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/y.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3085" style="border: 0pt none;" title="y" src="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/y.jpg" alt="" width="596" height="216" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um doce para quem adivinhar todos. São fáceis. Alguns, bem óbvios.</p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.almirdefreitas.com.br%252Fblog%252F%253Fp%253D3078%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Minipops%22%20%7D);"></div>

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