Passa-se o ponto

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Bom, enrolei o que pude antes de anunciar o inevitável: este Não me Culpem pelo Aspecto Sinistro está baixando as portas.

Primeiro, porque um raio dum pau no Banco de Dados SQL sumiu com as imagens de cinco anos de posts; reinseri-las na unha (por mais que tivesse chegado a cogitar tal coisa) está, naturalmente, fora de questão.

Segundo, porque o UOL, onde hospedei o blog no mesmo período, andou querendo aprontar comigo na mesma proporção do que gasto com eles mensalmente. Talvez eu migre o conteúdo para outro host, mas isso ainda não é certo.

Terceiro, porque – e esta é uma boa razão – será um estímulo para eu colaborar com mais frequência no Brasil Post, onde cometi uns poucos textos nos últimos meses. Além de novos posts, minha intenção é reviver por lá alguns dos melhores deste finado. A gente pode se acostumar com a morte, mas não lidamos bem com a ideia de que o que andamos despejando na nuvem, em nosso nome, possa vir a desaparecer, como se nem tivesse existido.

Então, antes que esta página se apague (brrr), convido os eventuais interessados a visitar meu secos & molhados lá no Brasil Post (clique aqui). Favoritem, curtam, sigam.

Nos vemos. Abraços e beijos a todos.

Fora da Matrix

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O site britânico FatBrain, de compra e venda de livros usados, fez uma pesquisa para saber os motivos de quem prefere os físicos aos digitais. O resultado vai no infográfico acima. No topo, estão razões mais afetivas (falei disso aqui). Na sequência: é melhor para aprender, pode ser emprestado, tem design bacana, pode ser revendido, é legal para colecionar, é o único que dá para presentear, comprar em livraria não tem comparação, tem aquele (indefectível) cheirinho. E, por fim, é joia para se exibir por aí.

[Via Book Patrol]